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[vídeo] Sérgio Tannus, cantor brasilego, fala para o Quilombo Noroeste!

Chegamos ao final do ano 2016. Para comemorar o nosso particular Reveillon temos o orgulho de postar este vídeo do cantor brasilego (termo criado pelo próprio cantor para se referir à mistura de brasileiro e galego, como ele se sente) Sérgio Tannus, referência na música brasileira na Galiza, elaborado diretamente para o blogue Quilombo Noroeste.

Muito obrigado, Sérgio, pelas palavras, a música e a gratidão!

Para quem quiser conhecer mais da música do cantor, deixamos aqui a apresentação que ele mesmo faz em seu web:

Sérgio Tannus é um dos mais completos artistas da safra brasileira. Virtuoso em instrumentos variados como violões, violas, cavaquinho, bandolim e percussões, começou a tocar desde muito cedo, quando apenas tinha oito anos. Autodidata, o músico foi‐se perfeiçoando na procura de novas sonoridades, aliadas às influencias e estilos universais, sem deixar de esquecer o seu lado mais brasileiro.

Cidadão do mundo, nascido em Itaperuna e morador da cidade de Niterói‐RJ desde os 7 anos, o artista desde 2006 mora em Santiago de Compostela, na Galiza. O seu último projeto é um concerto instrumental chamado “Múltiplos Caminhos” (também nome do CD), onde ele compôs todas as músicas e arranjos. Nele, Tannus provava a sua diversidade musical e versatilidade, o que lhe permitiu gravar todos os instrumentos daquele CD.

Como resultado deste brilhante trabalho conseguiu uma grande repercussão na Europa, que o levou nos últimos anos a acompanhar e gravar CDs com numerosos artistas como Uxía (com quem coproduziu “Meu canto”, gravado no Brasil), Aline Frazão, Malvela, Najla Shami, Banda das Crechas, Dulce Pontes, João Afonso, Fred Martins, etc. Além disso também coproduziu e colaborou em vários CDs infantis de moito succeso en Galiza (como por exemplo o “Maria Fumaça” e “Rosalía pequeniña” ambos xunto a cantante e produtora Uxia) e produziu “Pitusa Semifusa” (de Olga Brañas). Também atuou com o seu trio em obras teatrais como “Ordem e Progresso” junto ao grande humorista e monologuista Carlos Blanco.

Desde julho de 2013 agregou ao seu vasto currículo musical mais um importante projeto, aceitando o convite para formar parte da banda e turnê mundial da cantante Dulce Pontes, uma das mais significativas e conhecidas vozes de Portugal e do mundo. Após percorrer vários países europeus, a colaboração chegou ao fim em março de 2014, para que Tannus pudesse dedicar-se plenamente aos seus projetos em solitário.

Em 2012 lança o seu novo CD SON BRASILEGO. Um projeto de grande porte e com numerosos colaboradores, aonde estará apoiado igual que sempre pelo seu trio. Acompanhara-se também em “SON BRASILEGO” de todos aqueles artistas galegos, portugueses, brasileiros, angolanos, etc. que o conheceram e partilharam com ele grandes momentos musicais em todos estes anos que leva morando na Galiza, constituindo‐se assim uma autentica ponte musical entre os países da lusofonia, especialmente entre a Galiza e o Brasil.

“SON BRASILEGO” aposta pelo intercambio, o maior contato cultural e pessoal, pela fusão de ideias e os ritmos e raízes comuns. Além da música intuitiva, traze a reflexão sobre a nossa identidade e irmandade, por meio da música e dessa sonoridade atlântica que nos torna “brasilegos”. Mas, sobre tudo, é um presente, um agradecimento a todos aqueles músicos e pessoas que fizeram possível o crescimento musical e artístico de Sergio Tannus neste lado do Atlântico.

+Informação em: http://www.sergiotannus.com/ 

Da Cantiga de amigo ao Samba

Camila Rastely

Aluna de Língua e literatura galega na Universidade Federal da Bahia (UFBA) 

Introdução

Neste trabalho busca-se cotejar as cantigas de amigo, surgidas na gálica, com letras de sambas produzidos por mulheres brasileiras, com objetivo de mostrar as semelhanças que se encontram em ambas canções. Haverá um contexto histórico a respeito do trovadorismo, e especialmente, sobre a cantiga de amigo, pois é necessário que haja um conhecimento prévio sobre a composição da canção para que se faça o cotejo. Também será historiado o Samba, surgido no Brasil, para que haja um entendimento sobre os diversos tipos de samba e as suas diferenças. Logo após, será feito o cotejo entre as duas canções para que o trabalho seja comprovado.

Que foi o Trovadorismo

O Trovadorismo foi um movimento literário que se instalou na península ibérica, na idade média, entre o final do século XII e meados do século XIV onde o período político era confuso. Na Europa medieval, lugar em que se produziu o Trovadorismo, existiam diversos povos em conflito e a área em que se desenvolveu as cantigas galego-portuguesas foram nos reinos de Castela, León, Galiza e Portugal.

No período da Idade Média o Trovadorismo ganhou força, existiam vários géneros, entre eles, a cantiga de amor (quanto em voz masculina), tensão (disputa dialogada), o pranto (lamento pela morte de alguém), o lai (composição de matéria de Bretaña), a pastorela (narrativa de um encontro entre o trovador e uma pastora), cantiga de escarnio e maldizer (cantiga satírica, respectivamente com ou sem equívoco), porém, na península Ibérica um género foi criado, a cantiga de amigo ( quanto em voz feminina).

A cantiga de amigo, rompe o padrão das cantigas trovadorescas que sempre tinham como voz a senhor que se referia tanto para o género feminino, como para o masculino, e inovam trazendo a voz feminina, de uma jovem enamorada e geralmente ocorre num espaço aberto e natural, dialogando com a natureza, sobre o momento da iniciação erótica ao amor. As cantigas de amigo tinham como artificio de coesão o paralelismo e geralmente apresentavam familiares femininas como interlocutores, porém, geralmente, a canção era declamada por poetas do sexo masculino. Podemos observar alguns exemplos de cantigas de amigo:

A meu amigo, que eu sempr’amei,

des que o vi, mui mais ca mim nem al,

foi outra dona veer por meu mal;

mais eu, sandia, quando m’acordei,

nom soub’eu al em que me del vengar

senom chorei quanto m’eu quis chorar.

Mailo amei ca mim nem outra rem,

des que o vi, e foi-m’ora fazer

tam gram pesar que houver’a morrer;

mais eu, sandia, que lhe fiz por en?

Nom soub’eu al em que me del vengar

se nom chorei quanto m’eu quis chorar.

Sab’ora Deus que no meu coraçom

nunca rem tiv[i] ẽno seu logar,

foi-mi ora fazer tam gram pesar;

mais eu, sandia, que lhe fiz entom?

nom soub’eu al em que me del vengar

se nom chorei quanto m’eu quis chorar.

(João Garcia)

Onde a donzela censura a si própria: ou seu amigo, ou único que sempre amou, foi encontrado com outra mulher. E ela não encontrou outra vingança se não a de chorar até não poder mais.

Outro exemplo podemos ver na canção:

Ai fals’amig’e sem lealdade,

ora vej’eu a gram falsidade

com que mi vós há gram temp’andastes,

ca doutra sei eu já por verdade

a que vós atal pedra lançastes.

Amigo fals’e muit’encoberto,

ora vej’eu o gram mal deserto

com que mi vós há gram temp’andastes,

ca doutra sei eu já bem por certo

a que vós atal pedra lançastes.

Ai fals’amig’, eu nom me temia

do gram mal e da sabedoria

com que mi vós há gram temp’andastes,

ca doutra sei eu, que o bem sabia,

a que vós atal pedra lançastes.

E de colherdes razom seria

da falsidade que semeastes.

(D. Dinis)

 Onde irada, a donzela acusa o seu amigo de deslealdade e traição: sabe agora que tem outra e que há muito tempo que a engana. A curiosa expressão do 2º verso do refrão “que vós Atal pedra lançastes” aludirá talvez a um antigo dito proverbial “atirar a pedra e esconder a mão”, aqui significando um golpe à traição (que será comum às duas donzelas, já que as engana a ambas). No final, ela expressa ainda desejo que tenha a justa recompensa por tanta falsidade.

 O Que foi o Samba

” O samba é um gênero musical, o qual deriva de um tipo de dança, de raízes africanas, surgido no Brasil e considerado uma das principais manifestações culturais populares brasileiras. ”

Dentre suas características originais, está uma forma onde a dança é acompanhada por pequenas frases melódicas e refrões de criação anônima, alicerces do samba de roda nascido no Recôncavo Baiano e levado, na segunda metade do século XIX, para a cidade do Rio de Janeiro pelos negros que trazidos da África e se instalaram na então capital do Império” (Página Sambando, acessado em 9/03/2016)

Apesar de ter sido criado na Bahia, foi no Rio de Janeiro que o samba tomou força, entrando em contato com outros gêneros musicais e se tornou parte dá identidade do povo Brasileiro.

Ou primeiro samba gravado non Brasil foi por telefone, no ano de 1917, cantado por Bahiano. A letra deste samba foi escrita por Mauro de Almeida e Donga. Os principais tipos de samba:

Samba-enredo: Surge no Rio de Janeiro durante a década de 1930. O tema está ligado ao assunto que a escola de samba escolhe para o ano do desfile. Geralmente segue temas sociais ou culturais. Ele que define toda a coreografia e cenografia utilizada no desfile da escola de samba; Samba de partido alto: Com letras improvisadas, falam sobre a realidade dos morros e das regiões mais carentes. É o estilo dos grandes mestres do samba. Os compositores de partido alto mais conhecidos são: Moreira da Silva, Martinho da Vila e Zeca Pagodinho; Pagode: Nasceu na cidade do Rio de Janeiro, nos anos 70 (década de 1970), e ganhou as rádios e pistas de dança na década seguinte. Tem um ritmo repetitivo e utiliza instrumentos de percussão e sons eletrônicos. Espalhou-se rapidamente pelo Brasil, graças às letras simples e românticas. Os principais grupos são: Fundo de Quintal, Negritude Jr., Só Pra Contrariar, Raça Negra, Katinguelê, Patrulha do Samba, Pique Novo, Travessos, Art Popular; Samba-canção: Surge na década de 1920, com ritmos lentos e letras sentimentais e românticas. Exemplo: Ai, Ioiô (1929), de Luís Peixoto; Samba carnavalesco: Marchinhas e Sambas feitos para dançar e cantar nos bailes carnavalescos. Exemplos: Abre alas, Apaga a vela, Aurora, Balancê, Cabeleira do Zezé, Bandeira Branca, Chiquita Bacana, Colombina, Cidade Maravilhosa entre outras; Samba-exaltação: Com letras patrióticas e ressaltando as maravilhas do Brasil, com acompanhamento de orquestra. Exemplo: Aquarela do Brasil, de Ary Barroso gravada em 1939 por Francisco Alves; Samba de breque: Este estilo tem momentos de paradas rápidas, onde o cantor pode incluir comentários, muitos deles em tom crítico ou humorístico. Um dos mestres deste estilo é Moreira da Silva; Samba de gafieira: Foi criado na década de 1940 e tem acompanhamento de orquestra. Rápido e muito forte na parte instrumental, é muito usado nas danças de salão; Sambalanço: Surgiu nos anos 50 (década de 1950) em boates de São Paulo e Rio de Janeiro. Recebeu uma grande influência do jazz. Um dos mais significativos representantes do sambalanço é Jorge Ben Jor, que mistura também elementos de outros estilos.

Abaixo vemos letra de um samba-canção:

Ai Ioiô

Eu nasci pra sofrer

Fui oiá pra você, meu zoinho fechô

E quando o zoio eu abri

Quis gritar quis fugir

Mas você, eu não sei por que

Você me chamou

Ai Ioiô, tenha pena de mim

Meu Sinhô do Bonfim

Pode inté se sangar

Se ele um dia souber

Que você é que é

O Ioiô de Iaiá

Chorei toda a noite e pensei

Nos beijos de amor que te dei

Ioiô, meu benzinho

Do meu coração

Me leva pra casa

Me deixa mais não

Chorei toda a noite e pensei

Nos beijos de amor que te dei

Ioiô, meu benzinho

Do meu coração

Me leva pra casa

Me deixa mais não

(Ai, Ioiô (1929), de Luís Peixoto)

A relação entre o Samba e Canção de Amigo

A primeira relação que podemos trazer é o eu lírico feminino, tanto na canção de amigo como no samba. Usaremos como base o samba de Clara Nunes (cantora brasileira, considerada uma das maiores intérpretes do país), Ai quem me dera, para fazer um trabalho comparativo:

Ai quem me dera terminasse a espera

Retornasse o canto, simples e sem fim

E ouvindo o canto, se chorasse tanto

Que do mundo o pranto, se estancasse enfim

Ai quem me dera ver morrer a fera

Ver nascer o anjo, ver brotar a flor

Ai quem me dera uma manhã feliz

Ai quem me dera uma estação de amor…

Ah se as pessoas se tornassem boas

E cantassem loas e tivessem paz

E pelas ruas se abraçassem nuas

E duas a duas fossem ser casais

Ai quem me dera ao som de madrigais

Ver todo mundo para sempre afim

E a liberdade nunca ser demais

E não haver mais solidão ruim

Ai quem me dera ouvir um nunca mais

Dizer que a vida vai ser sempre assim

E ao fim da espera

Ouvir na primavera

Alguém chamar por mim

Ai quem me dera ao som de madrigais

Ver todo mundo para sempre afim

E a liberdade nunca ser demais

E não haver mais solidão ruim

Ai quem me dera ouvir um nunca mais

Dizer que a vida vai ser sempre assim

E ao fim da espera

Ouvir na primavera

Alguém chamar por mim.

(Ai quem me dera, Clara Nunes)

Podemos fazer relação com a canção de amigo:

Ai meu amigo, coitada

vivo, porque vos nom vejo,

e, pois vos tanto desejo,

em grave dia foi nada

se vos cedo, meu amigo,

nom faço prazer e digo.

Pois que o cendal venci

de parecer em Valongo,

se m’ora de vós alongo,

em grave dia naci

se vos cedo, meu amigo,

nom faço prazer e digo.

Por quantas vezes pesar

vos fiz de[s] que vos amei,

algũa vez vos farei

prazer, e Deus nom m’ampar

se vos cedo, meu amigo,

nom faço prazer e digo.

(Martim Padrozelos)

Onde podemos observar que nas duas canções o eu lírico apresenta-se como uma mulher, as duas canções têm como objetivo retratar o sofrimento de uma mulher cujo seu amante está longe, podemos observar claramente no verso da canção de amigo “Aí meu amigo, coitada, vivo, porque vos non vexo, e, xa que vos tanto desexo ” e na música “Ai quem me dera terminasse a espera, retornasse ou canto, simples e sem fim” o saudosismo.

Podemos também fazer um cotejamento entre a canção Hino ao Amor de Dalva de Oliveira com a cantiga de amigo “Amigo, sei que há mui gram sazom que trobastes sempre d’amor por mi.”

Se o azul do céu escurecer

E a alegria na terra fenecer

Não importa, querido, viverei do nosso amor

Se tu és o sonho dos dias meus

Se os meus beijos sempre foram teus

Não importa, querido o amargor das dores desta vida

Um punhado de estrelas no infinito irei buscar

E aos teus pés esparramar

Não importa os amigos, risos, crenças e castigos

Quero apenas te adorar

Se o destino então nos separar

Se distante a morte te encontrar

Não importa, querido, porque morrerei também

Quando enfim a vida terminar E dos sonhos nada mais restar Num milagre supremo

Deus fará no céu eu te encontrar

(Hino ao Amor de Dalva de Oliveira)

Amigo, vós nom queredes catar

a nulha rem, se ao vosso nom,

e nom catades tempo nem sazom

a que venhades comigo falar;

e nom que[i]rades, amigo, fazer,

per vossa culpa, mi e vós morrer.

Ca noutro dia chegastes aqui

a tal sazom que houv’en tal pavor que,

por seer deste mundo senhor,

nom quisera que veessedes i;

e nom que[i]rades, amigo, fazer,

per vossa culpa, mi e vós morrer.

E quem molher de coraçom quer bem,

a meu cuidar, punha de s’encobrir

e cata temp’e sazom pera ir

u ela est, e a vós nom avém;

e nom que[i]rades, amigo, fazer,

per vossa culpa, mi e vós morrer.

Vós nom catades a bem nem a mal,

nem do que nos pois daquest’averrá,

se nom que pass’o vosso ũa vez já,

mais em tal feito muit’há mester al;

e nom que[i]rades, amigo, fazer,

per vossa culpa, mi e vós morrer.

(João Baveca)

Nesta canção temos a comparação entre duas mulheres que temem por um momento com seu amante, que por mais que sabem que o amor dos dois podem os levar a morte “Se distante a morte te encontrar, não importa, querido, porque morrerei também” e “per vossa culpa, mi e vós morrer”. Ou seja, o tema entre as duas canções são semelhantes e mostram que mesmo com as dificuldades e o temor pela morte os amantes se encontram.

Conclusão

Por fim, concluímos que o samba possui as mesmas características semânticas da canção de amigo, com o eu-lírico de uma mulher cantando o sentimento amoroso, ou sua desilusão, de forma sentimental, se referindo sempre ao amado com saudosismo e pena pelo que passou, ou pelo que não foi vivido. Comprovamos estas informações por meio de cotejo entre canções de sambas conhecidos popularmente no Brasil e cantigas de amigo galego-portuguesas, comprovando que a comparação é válida e apresenta diversos pontos em comum, fazendo, então, relação da cultura brasileira com a cultura europeia, especialmente, da galícia, onde surgiu a cantiga de amigo.

Referências Bibliográficas

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Giordano, Isabella. Escute álbuns das três melhores sambistas mulheres [online], [disponível na internet via https://samba.catracalivre.com.br/brasil/samba-na- net/indicacao/escute-albuns-das-tres-melhores-sambistas-mulheres/] Arquivo acessado em 15 de março de 2016.

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Lopes, Graça Videira; Ferreira, Manuel Pedro et al. (2011-), Cantigas Medievais Galego Portuguesas [base de dados online]. Lisboa: Instituto de Estudos Medievais, FCSH/NOVA. [Disponível na internet via http://cantigas.fcsh.unl.pt/sobreascantigas.asp] Arquivo acessado em 13 de março de 2016.

25 de outubro, foliada galega no Rio de Janeiro

A próxima terça-feira 25 de outubro terá lugar no Lapa Irish Pub do Rio de Janeiro uma foliada galega com as bandas Xuntos (Montevideu) e Folcarioca (Rio de Janeiro). A partir das 20:30, na rua Evaristo da Veiga 147.
Xuntos e Folcarioca prometem uma noite de muita música e dança tradicional galega!
Entrada franca.
Uma foliada era e é uma festa onde as pessoas se reúnem para tocar, cantar e dançar.